• Daniel Santa Cruz

O home office aumenta o engajamento?

Está pensando em implementar um sistema de home office na sua empresa? Saiba o que deve ser levado em consideração nesta decisão.

O que é o home office?

Atualmente, o termo home office é bastante ouvido em empresas dos mais variados setores. Numa tradução literal, o significado de home office é “trabalho em casa”. Mas também pode ser utilizado para se referir a qualquer local de trabalho que não esteja diretamente ligado à empresa que está recebendo aquele serviço ou apenas para se referir a um trabalho à distância. Mas será que o home office é uma boa alternativa para empregados e empregadores?

O home office aumenta o engajamento?

Essa é uma pergunta recorrente dentro de toda empresa que já possui ou deseja incluir um sistema de home office na rotina de seus funcionários. Infelizmente, esta resposta não é simples e nem sempre se resume a um sim ou um não, pois ela varia de acordo com o perfil de colaboradores, o tipo de atividades exercidas e todo o contexto empresarial em que se está inserido.

Existem pessoas, por exemplo, que não são disciplinadas o bastante para conseguirem se organizar dentro de um sistema home office. Outras preferem trabalhar na companhia de mais pessoas, pois perdem a produtividade caso estejam sozinhas. Também há aquelas que sentem que, quando se afastam da empresa, acabam se distanciando do centro de decisões da organização.

Por isso, um dos pontos mais importantes ao pensar na implementação do home office é  ouvir a preferência dos funcionários.

Em uma determinada ocasião, nós, da Santo Caos, tivemos a oportunidade de atender uma  empresa que contratou um cadeirante para fazer parte do seu quadro de funcionários. Após algum tempo, a gestora do colaborador percebeu a dificuldade de locomoção do profissional e passou a pleitear para ele um trabalho remoto, no regime home office.

Finalmente, ela conseguiu a aprovação. Contente, a líder foi comunicar ao funcionário sobre a novidade, sendo surpreendida com a seguinte resposta: “Não quero. Passei muito tempo em casa até conseguir este emprego. Posso lidar com o trânsito e os problemas de transporte, pois trabalhar aqui no escritório é uma grande oportunidade para eu me socializar e conhecer pessoas.”

Essa pequena história ilustra muito bem o quanto é importante conhecer os colaboradores que serão impactados pela proposta de home office. Antes de tomar qualquer decisão, faça uma boa pesquisa e veja se o trabalho em casa será uma ação de engajamento ou surtirá o efeito oposto.

Mais dois pontos importantes que devem ser levados em consideração ao pensar na implantação do home office

  1. Ergonomia: é importante lembrar que nem todo funcionário terá um local de trabalho adequado em seu home office. Isso inclui mesa e cadeira apropriadas; iluminação satisfatória; climatização agradável; algumas vezes, internet de alta velocidade etc.

  2. Modelo de gestão: é fundamental que a organização entenda que no regime home office ela não poderá monitorar o funcionário 100% do tempo. Assim, se a empresa possui um modelo de gestão mais controlador, talvez seja necessária uma adaptação na forma de trabalhar, principalmente, entre as lideranças. Para que o home office flua bem é essencial o estabelecimento de uma forte relação de confiança entre empregador e empregado.

E na sua empresa, o home office já é uma realidade? Conte para nós no campo de comentários.

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